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domingo, 27 de março de 2016

Protocolos e Rituais AIB - Complemento (1937)

Em complemento aos protocolos e rituais colocamos aqui este folheto onde fica descrito o uso da camisa verde e dos dintintivos adotados pela Ação Integralista Brasileira



Protocolos e Rituais AIB (1937)

Pequeno livro sobre os protocolos e rituais da Ação Integralista Brasileira (AIB), lançado em 1937 pelo nucleo municipal de Niterói.
Digitalizado por um militante integralista já a algum tempo.



quarta-feira, 30 de dezembro de 2015

segunda-feira, 12 de outubro de 2015

Plinio Salgado - Psicologia da Revolução

Considerado por muitos como o melhor livro de Plínio Salgado, este livro nos tráz a revolução dos costumes e a transformação pessoal do homem como meio de salvação.
 Publicado em 1933, esta 4ª edição de 1953 foi revisada e anotada pelo próprio autor.





sábado, 13 de junho de 2015

O Homem Integral e O Estado Integral - Sacerdos

Este volume reune dois pequenos livros, O Homem Integral e O Estado Integral de um jovem sacerdote do Ceará que se apresentou pelo pseudônimo Sacerdos, .

O autor nos apresenta um  profundo estudo da obra de Plínio Salgado nos mostrando de maneira clara o seu pensamento.



quinta-feira, 11 de junho de 2015

O que e o Integralismo (ed. FIB) - Plinio Salgado

Livro do criador do Integralismo, Plinio Salgado. 
Nova edição digital lançada pelo Frente Integralista Brasileira do Rio de Janeiro.



sexta-feira, 24 de abril de 2015

Jornal Acçao - Miguel Reale (1938)



Jornal Acçao - Miguel Reale (1937)



Jornal Acção - MIguel Reale (1936)

Jornal publicado pela Ação Integralista Brasileira (AIB),
 sob direção de Miguel Reale.





Reconstrução do Homem - Plinio Salgado

   O autor parte do principio de que nada valem os regimes políticos, programas administrativos, formas de governo, a propor a salvação dos povos e a felicidade das pessoas, se antes de tudo o homem não se construir no sentido das suas finalidades temporais e eternas.

   Ora, achando-se o ser humano nos tempos em que vivemos, em evidente decomposição moral, urge reconstruir o homem, levando-o a um esforço de reforma interior, numa palavra a revolução de si mesmo.





domingo, 19 de abril de 2015

A Mulher No Seculo XX - Plinio Salgado

Livro do chefe do Integralismo escrito enquanto vivia exilado em Portugal.
Aborda temas como o papel Homem e da Mulher na familia e na sociedade.





quarta-feira, 22 de outubro de 2014

quarta-feira, 8 de outubro de 2014

domingo, 21 de setembro de 2014

José Loureiro Junior


O paulista José Loureiro Júnior nasceu em 1912, na cidade de Jaú, em São Paulo. Iniciou sua vida política muito cedo, sobressaindo-se na militância que realizou, ainda como universitário, na defesa da Revolução Constitucionalista de 1932.
Com a derrota para as forças legalistas e decidido a continuar sua luta em defesa dos valores conservadores e tradicionalistas nos quais acreditava, filiou-se à Ação Integralista Brasileira, transformando-se, então, num dos principais colaboradores do líder daquele movimento político, Plínio Salgado, que se tornaria seu sogro.
Em 1934 elegeu-se Deputado para a Assembléia Constituinte de São Paulo, pela legenda do Partido Republicano Paulista - PRP, tendo participado dos trabalhos da comissão que preparou a Constituição Estadual.
Descontente com os rumos tomados pelo País com a implantação do Estado Novo, acabou preso, juntamente com Plínio Salgado, a mando de Getúlio Vargas.
Em 1947 foi eleito Deputado Estadual por São Paulo e em 1950 obteve a primeira suplência para a Câmara Federal, pelo Partido Social Progressista - PSP.
Durante o seu mandato, foi nomeado Secretário de Justiça e Negócios do Interior pelo Governador de São Paulo, Lucas Nogueira Garcez. Em 1953 retomou suas atividades parlamentares e no ano seguinte retornou à Câmara por uma coligação formada pelo Partido Social Democrático - PSD e pelo Partido Republicano - PR, do qual assumiu a liderança.
Além dos cargos públicos que assumiu, Loureiro Júnior foi jornalista e professor de Direito. Publicou vários livros, reunindo ensaios jurídicos e reflexões de caráter humanista, nas quais defende uma visão de mundo centrada na coerência entre ação e pensamento e na fidelidade aos valores tradicionais da família brasileira.
No mundo de hoje, quando a maioria dos homens públicos disfarça suas reais intenções, camuflando-as sob o manto enganoso das ideologias de ocasião, a coragem e a determinação de Loureiro Júnior e Plínio Salgado certamente chamariam a atenção de todos. 
Chegamos a um ponto em que boa parte dos homens públicos esconde-se sob o guarda-chuva ideológico daquilo que chamam de esquerda e que, na verdade, é um conjunto vazio de intenções e programas, um mero rótulo mercadológico de ilusão.
Loureiro Júnior nunca tentou escamotear suas reais intenções. Sempre se posicionou em defesa da Pátria e da família, que, a seu ver, eram o único caminho para proteger os reais interesses do povo brasileiro.

Fonte: Discurso do deputado Elimar Máximo Damasceno, do Prona-SP na Câmara dos Deputados em 31/11/2006.
www2.camara.leg.br

quinta-feira, 18 de setembro de 2014

San Tiago Dantas



Francisco Clementino de SAN TIAGO DANTAS

Deputado Federal nas Legislaturas 1959-1963 e 1963-1967.

Nasceu na cidade do Rio de Janeiro, em 30 de agosto de 1911. Advogado, jornalista e professor. Membro ativo da Ação Integralista Brasileira entre 1932 e 1938. Vice-Presidente da refinaria de petróleo de Manguinhos (RJ) de 1949 a 1957, atuou paralelamente como assessor pessoal de Getúlio Vargas durante seu segundo governo (1951-1954), tendo colaborado na preparação do anteprojeto de criação da Petrobras e do projeto de criação da Rede Ferroviária Federal. Filiou-se ao Partido Trabalhista Brasileiro (PTB) em 1955 e, em 1958, elegeu-se Deputado Federal por Minas Gerais. Candidato a Vice-Governador de Minas em 1960. Em 22 de agosto de 1961, foi nomeado pelo Presidente Jânio Quadros Embaixador do Brasil na ONU, mas, devido à renúncia de Jânio três dias depois, não chegou a assumir o cargo e tampouco pôde reassumir o mandato parlamentar, pois sua renúncia ao mesmo já estava consumada. Com a instituição do regime parlamentarista de governo, foi escolhido para Ministro de Relações Exteriores, cargo que exerceu de 11 de setembro de 1961 a 25 de junho de 1962. Tendo previamente sido um dos formuladores da chamada "política externa independente", como Chanceler promoveu o reatamento das relações com a União Soviética, discordou da proposta dos Estados Unidos de expulsão de Cuba da Organização dos Estados Americanos (OEA) e chefiou a delegação brasileira à Conferência de Desarmamento em Genebra, onde o Brasil se definiu como "potência não-alinhada". Em junho de 1962, o Presidente João Goulart o indicou para Primeiro-Ministro em substituição a Tancredo Neves, que havia renunciado, mas seu nome foi rejeitado pelo Congresso. Reeleito Deputado Federal em outubro de 1962, foi, logo após a volta do País ao regime presidencialista, nomeado Ministro da Fazenda, exercendo o cargo de 24 de janeiro a 20 de junho de 1963. Morreu no Rio de Janeiro em 6 de setembro de 1964.

Fonte: CÂMARA DOS DEPUTADOS 
         www2.camara.leg.br

Outros Sites : 

MINISTÉRIO DAS RELAÇÕES EXTERIORES
        www.itamaraty.gov.br     

MINISTÉRIO DA FAZENDA
        www.fazenda.gov.br           

FUNDAÇÃO ALEXANDRE DE GUSMÃO - FUNAG
           www.funag.gov.br

INSTITUTO SANTIAGO DANTAS DE DIREITO E ECONOMIA
        www.direitoeeconomia.org.br